Tratamento para ansiedade com hipnose clínica
Quando a preocupação vira estado permanente, o corpo passa a viver em alerta. A hipnoterapia trabalha o que mantém esse alerta ligado, não apenas o sintoma do momento. Em Campinas e região, presencial ou online.
Com Renan Moura, hipnoterapeuta certificado pela National Guild of Hypnotists.
Como a ansiedade costuma aparecer
Não precisa ter todos. A maioria das pessoas convive com alguns deles há tanto tempo que passou a chamar isso de personalidade.
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O corpo em alerta
Coração acelerado, respiração curta, aperto no peito, mãos geladas, tensão nos ombros e no maxilar. Exames que não apontam nada, e o sintoma continua ali.
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A cabeça que não desliga
Pensamento acelerado, ensaio mental de conversas que não aconteceram, antecipação do pior cenário possível e dificuldade de sustentar atenção.
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A noite que não descansa
Demora para pegar no sono porque é justamente ali que a cabeça acelera, despertar de madrugada e acordar já cansado.
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A vida que encolhe
Convites recusados, oportunidades adiadas, situações evitadas. Cada esquiva alivia na hora e ensina à sua mente que aquilo era perigoso mesmo.
Força de vontade não alcança o que é automático
Você já tentou se convencer de que não havia motivo para se preocupar. Talvez tenha ouvido de várias pessoas que é só relaxar. E provavelmente percebeu que entender racionalmente não muda o que o corpo faz.
Existe um motivo para isso. A ansiedade não é um erro de raciocínio, é uma resposta de proteção. Em algum ponto a sua mente aprendeu que determinada situação, sensação ou pensamento merecia alerta máximo, e passou a disparar esse alerta automaticamente, antes de qualquer análise consciente. O aviso chega pronto, sem pedir sua opinião.
Por isso o argumento lógico não desarma a resposta. Ele fala com a parte que raciocina, e o alerta vem de uma parte que decide primeiro e explica depois. É nessa camada que a hipnose clínica trabalha.
O que fazemos com a ansiedade nas sessões
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1
Mapear o que dispara
Antes de qualquer técnica, entendemos quando começou, o que antecede as crises, o que você já tentou e o que funciona parcialmente. Ansiedade generalizada e ansiedade de exposição não pedem o mesmo caminho.
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2
Ensinar o corpo a sair do alerta
Você aprende a acessar um estado de calma profunda e a reproduzi-lo fora do consultório. Não é distração: é treinar uma resposta concorrente para o momento em que o alerta dispara.
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3
Trabalhar a origem da resposta
Com a hipnose, buscamos as experiências que ensinaram esse alerta à sua mente e mudamos o sentido que elas carregam. Quando a leitura muda, o disparo perde a razão de existir.
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4
Sustentar fora da sessão
Você sai com recursos práticos, incluindo autohipnose, para usar no dia a dia. O objetivo é você depender cada vez menos do consultório, não o contrário.
Renan Moura, hipnoterapeuta
Formação verificável, prática clínica em Campinas e atuação reconhecida na área.
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Certificado pela NGH
Hipnoterapeuta certificado pela National Guild of Hypnotists, a entidade de hipnose mais antiga do mundo.
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Mais de 30 formações
Formações nacionais e internacionais em hipnose e hipnoterapia, além de pós em neurociência do comportamento.
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Diretoria da APDH
Membro da diretoria da Associação Paulista de Hipnose e professor de hipnose por todo o Brasil.
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Autor e formador
Autor do livro "Como tratar fobias através da regressão" e responsável pelo maior aplicativo gratuito de hipnose do Brasil.
Presencial em Campinas ou online
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No consultório
Prédio Palladium. R. Dr. Antônio Álvares Lôbo, 660, Guanabara, Campinas, SP. Segundo andar, sala 24. Atende Campinas e região.
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Online, por vídeo
A sessão online segue o mesmo formato da presencial. Você só precisa de um lugar reservado, fone de ouvido e conexão estável.
O que as pessoas perguntam
Faço acompanhamento psiquiátrico e tomo medicação para ansiedade. Posso fazer hipnoterapia?
Pode, e é comum. A hipnoterapia entra como abordagem complementar e não interfere no seu tratamento. O que não deve acontecer, em nenhuma hipótese, é interromper ou reduzir medicação por conta própria. Essa decisão é de quem prescreveu.
A ansiedade some de vez?
Ansiedade em alguma medida é uma resposta normal e útil, então o alvo não é eliminá-la. O trabalho mira o excesso: o alerta que dispara sem necessidade, na intensidade errada e na hora errada. Quanto disso muda, e em quanto tempo, varia de pessoa para pessoa e é conversado com honestidade desde a primeira sessão.
Eu vou perder o controle ou fazer algo que não quero?
Não. Você continua consciente, ouvindo, lembrando e podendo interromper a qualquer momento. Hipnose clínica não é o que se vê em show de palco: é um estado de atenção focada, parecido com o que acontece quando você se envolve em um filme e o corpo responde como se fosse real.
E se eu não conseguir ser hipnotizado?
A hipnose usa foco, concentração e imaginação, três coisas que você já usa todo dia. Quase todo mundo entra no estado em algum grau. O que muda de pessoa para pessoa é a profundidade, e profundidade não é requisito para o trabalho dar certo.
Quantas sessões eu vou precisar?
Depende do caso, de há quanto tempo o quadro existe e do que o mantém. A hipnoterapia costuma ser um processo mais curto do que a pessoa imagina, e isso é conversado com você já na primeira sessão, com honestidade. Ninguém aqui promete número mágico.
Hipnose substitui meu psiquiatra, meu psicólogo ou meu remédio?
Não, e essa é uma resposta importante. A hipnoterapia é complementar. Se você faz acompanhamento ou toma medicação, siga com quem prescreveu. Nenhuma medicação deve ser interrompida por conta própria.
O que acontece na primeira sessão?
A primeira parte é conversa. O Renan entende o que te trouxe, há quanto tempo acontece, o que já foi tentado e como isso aparece no seu dia. Só depois disso o trabalho com hipnose começa, direcionado ao que foi levantado ali.
É sigiloso?
Sim. O que é dito na sessão fica na sessão.
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O Renan ou a secretária entra em contato para confirmar dia e horário. Se preferir, responda ao e-mail que você vai receber.
A hipnoterapia é uma abordagem complementar. Ela não substitui acompanhamento médico ou psicológico, e nenhuma medicação deve ser interrompida sem orientação de quem prescreveu. Resultados variam de pessoa para pessoa.